Cuba e Dinamarca criam parceria durante a assembleia da ONU
Durante assembleia geral da ONU Cuba e Dinamarca estabelecem parceria em busca de uma resolução agradável para ambos os países
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Autor: Gustavo B. Oliveira
Junho 09, 2026 16:06
Delegada de Cuba debate e apresenta argumentos juntamente com a delegação do Reino da Dinamarca que em conjunto procuram formas de bara com quem a Soberania Nacional dos países seja invalidada pelas grandes potencias.
Em seu discurso o primeiro delegado do Reino da Dinamarca sita a questão de Guantánamo e reforça as infrações cometidas contra estrangeiros e principalmente ao povo cubano, logo em seguida durante o debate ele concede a palavra para a primeira delegada de Cuba.
Falas do Pedro delegado do Reino da Dinamarca: "Agora com um pouso mais de decoro gostaria de voltar a proposta que os senhores delegados aprovaram da Dinamarca, a revisão do conselho de segurança essa já aprovada que e reafirmada pelo Canada e também reafirmar um novo texto com a questão de proteger, mais o que e essa responsabilidade de proteger para nos delegados";
"Cito aqui o exemplo de Cuba sobre a base de Guantánamo, em que a Comissão Inter Americana dos Direitos Humanos pede novamente o fechamento da prisão que e auxiliada e mantida pelos EUA, devido a preocupação com a liberdade pessoal e julgamentos injustos torturas e tratamento degradantes";
"Como os Estados Unidos da América serem detentores globais dos Direitos Humanos quando são alvo de criticas internacionais".
Nesse momento o delegado passa sua palavra a Yasmin primeira delegada de Cuba.
Falas da Yasmin delegada de Cuba: "Aproveitando a deixa e falando sobre a base de Guantánamo gostaria de fazer uma recapitulação de acordo com a Al Jazeera Trump dis asim "E você sabe eles não tem dinheiro, não tem olho, não tem comida e realmente uma nação em apuros eles querem a nossa ajuda" falas em relação a Cuba, o discurso de civilização dos EUA perdura até hoje como uma justificativa para intervenções e desrespeitando a soberania de todos os estados".
Durante a votação das propostas de intervenção a delegação de Cuba vota a favor da resolução proposta pela Dinamarca, assim demostrando ainda mais a cooperação entre as nações que buscam de forma conjunta uma resolução pacífica.
Logo a baixo esta uma digitalização da proposta dada pela Dinamarca.
O Reino da Dinamarca solicita, por meio deste, no contexto do debate de Soberania Nacional Intervenção Internacional, que a Assembleia Geral das Nações Unidas aprove a seguinte resolução: Uma revisão completa do Conselho de Segurança da ONU. As cláusulas são: abolir o poder de veto, abolir os membros permanentes e determinar que todo país sofra sanções dos demais Estados-membros caso cometa ataques sem consultar o Conselho.
Necessidade de reafirmar a Responsabilidade de Proteger (R2P), de 2005, aprovada pela
Organização, em que cada Estado tem a responsabilidade de proteger suas populações contra genocídio e crimes de guerra. A comunidade internacional, por meio das Nações Unidas, também tem a responsabilidade de utilizar meios diplomáticos, humanitários e outros meios pacíficos adequados, recorrendo-se ao novo Conselho de Segurança para tomar medidas contra as nações que ataquem a soberania nacional ou aquelas que não conseguem proteger sua população do genocídio, invocando, inclusive, o Conselho de Direitos Humanos e, se necessário, a criação de comissões independentes para investigar e punir Estados que ajam contra a resolução acima.
Os delegados das Nações também nos deram uma entrevista exclusiva.
Perguntamos sobre o que estava acontecendo durante a assembleia e as interrupções frequentes dos EUA durante sua realização.
Primeira delegada de Cuba: "Bom a delegação acredita que as falas dos EUA não foram coerentes a proposta foi uma proposta que alem de não serem uma proposta que faria sentido ainda assim não foram discorridas de forma certa durante a assembleia, foi um debate da parte dos EUA totalmente fraco, mas ficou feliz de que tenhamos conseguido defender o multilateralismo e a Soberania Nacional.
Primeiro delegado da Dinamarca: " Eu acompanho e enfatizo ao dizer com respeito senhora delegada que os EUA foram hipócritas dês de que o Trump assumiu o poder eles vem sendo extremamente hipócritas e não tem noção da realidade, igual uma entrevista que acabei de dar eles me chamaram de comunista, então assim e uma questão de muito estranha são descasos que nos deixam triste porque ferem a imagem da ONU, quando eles gritam se exaltam falam ao som de sue ino ao fundo isso desgasta a imagem das Nações Unidas acabando com a imagem da instituição".
Depois foi perguntado a eles sobre seu discurso no qual citaram Guantánamo e o que eles podiam dizer a mais sobre.
Primeira delegada de Cuba: "A Guantánamo e um caso muito triste tem coisas que acontece la que tem pessoas que nem imaginam e é algo que tem que ser mais falado um local onde acontece torturas punições injustas, onde pessoas são punidas por apenas uma nacionalidade então e algo foi muito interessante o Reino da Dinamarca ter falado e acompanho ele de que e um caso que precisa ser debatido e falado".
Primeiro delegado da Dinamarca: "Só acrescentando do que faltou a gente falar que Guantánamo existe dês da independência de Cuba que surgiu junto a Emenda Plati que já deixou de existir depois da revolução cubana, mas a base continua existindo. Des de que o Trump assumiu o poder e começou com as questões de imigrantes começou a ser essa uma justificativa para mandar o povo para la, então deixou de ser sobre perseguições politicas a pessoas do Oriente Medio para ser imigrantes no geral que estavam trabalhando nos EUA mais por conta de sua nacionalidade são enviados para uma prisão que promove tortura".
Também perguntamos se eles pretendiam permanecer a com a aliança no futuro.
Segundo delegado da Dinamarca: "Sim como mostrado na assembleia Cuba e Dinamarca juntaram forças contra a intervenção internacional, juntamente as duas nações acreditam que intervenção internacional vão alem dos direitos de cada nação e achamos que pode atrapalhar o desenvolvimento de outras nações que não possuem o poder de veto ou de tomar decisões sobre outras como as grandes potencias tinham e as grandes potencias usavam desses poderes para abusar e cometer crimes de guerra e atos de genocídio que Cuba e Dinamarca são contra, por isso a aliança entre nos pode sim ter um futuro estável e tomar medidas que podem ajudar todos mundo"
Segunda delegada de Cuba: "Diante disso Cuba e Dinamarca pretendem manter aliança construída ao longo de debates fortalecendo a ação diplomática entre as nações futuramente os países buscaram promover um dialogo internacional e achar soluções multilaterais para os desafios globais e defenderem medidas que dizem respeito a autonomia de cada estado".
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